Como lidar com esquizofrenia


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A esquizofrenia é uma doença que traz tristeza não apenas para o paciente, mas para toda uma família que sofre juntamente com ele. Saber como tratar, no dia a dia, um esquizofrênico é algo importante para você e para ele. Aqui, iremos estudar um pouco da doença e o que pode ser feito por cada pessoa que tem alguma conexão com ele.

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 O que é a esquizofrenia?

A esquizofrenia é um transtorno da mente que atinge cerca de 1% de toda a população do mundo e, é caracterizada, principalmente, por sintomas como delírios, alucinações, nas quais seres ilusórios e entes já mortos são fantasiados, além, de uma mudança de comportamento e na percepção. No princípio, o portador do transtorno passa a viver apaticamente as notícias da vida e fica ainda mais vulnerável a ataques de estresse e depressão.

 Características de um esquizofrênico.

A Revista Veja fez uma matéria aprofundada nos detalhes da vida de um portador da doença. E, em entrevista, uma psicologa disse quais são as características da vida deles:

A esquizofrenia pode se apresentar de várias maneiras. Alguns quadros comuns são o afastamento da realidade por meio de alucinações e/ou delírios, o comportamento volúvel e estranho do paciente, o distanciamento do contato social e a maior dificuldade de estabelecer laços afetivos estáveis. “Trata-se de um transtorno crônico, que pode apresentar crises diante de conflitos ou situações em que faltam ao paciente recursos para simbolizar e suportar o sofrimento, como normalmente fazem as outras pessoas”, explica a psicóloga e psicanalista Adriane Barroso.

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Normalmente, ele começa a fantasiar um mundo no qual ela é vítima e todos estão atuando contra ele. Neste mundo, ele encontra com alucinações destrutivas que tentam dizer que ele está sozinho. Tais alucinações podem acontecer em visões ou em vozes. Exatamente por isto, quem sofre deste problema sente que não é entendido e ninguém pode entendê-lo, o que faz com que o trato com seus familiares e amigos sejam difíceis, levando-o a solidão.

Sofrimento e mudança familiar

Como dissemos, não é somente o portador do transtorno que sofre, mas também toda sua família. Quando ela vê que ele está sofrendo, estando apático a vida e ao o que mais gostava todos sofrem. Entretanto, na vontade de ajudar muitos acabam prejudicando o paciente e afastando-o ainda mais do seio da sua família.

Os psicólogos dizem que a família é determinante no tratamento, pois ela deve estar pronta para oferecer tratamento sem, no entanto, esquecer da condição do portador e da sua própria individualidade.

Por ser algo tão complexo, é necessário que a família passe por tratamento psicológico para saber como lidar com o problema. Em muitos lugares, há grupos familiares que se reúnem para discutirem sobre o estado de seus parentes e amigos, tudo isto, lógico, com o acompanhamento de um profissional adequado. Também é importante salientar que a doença não tem cura, e o que pode ser diminuído é a frequência das crises, o que pode tornar a vida do portador, desde que não apresente risco à sociedade, praticamente normal.

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